Coisas que aprendi com Friends 

  
Foi Friends que me ensinou muitas coisas, somente com essas 10 temporadas. Foram eles que me ensinaram que todas as coisas desastrosas da vida, podem ser engraçadas se olhadas por outros olhos, que tudo se ajeita, e que quem você ama vai ficar com você pra sempre, não importa o que aconteça. 
Foi o Joey que me ensinou que comida, de forma alguma, se divide, mas que as vezes, comer a comida da outra pessoa não faz mal. Ele que me ensinou algumas táticas de atores, principalmente a de quando se esquece a fala. Foi ele que me ensinou a tática infalível de flertar (How you doin’ ). Ele me ensinou a falar francês (blee bloo blah bay). Ele que ensinou a solução do problema da geladeira, e se a sua quebrar e você ter que perder todas as comidas ? Esta louca ? Se a sua geladeira estragar, você tem que comer tudo o que tem dentro dela, TUDO mesmo. Me ensinou que colocar plástico bolha em volta da cabeça e pedir para as pessoas bateram na tua cabeça é uma ótima brincadeira. Ele que me ajudou a tomar um galão de leite em 10 segundos, não importa se pouco leite ir para a sua boca, o bom mesmo é tomar um banho de leite. Nunca julgue um livro pela cara, ou melhor, um cachorro pelo rosto. É por ele que até hoje procuro meu gêmeo de mão, porque todos tem um gêmeo de mão. Ele que me deixou curiosa querendo colocar a cabeça dentro de um peru, mas ao mesmo tempo me mostrou para não fazer isso. Ele também me fez ver que se tiver uma oportunidade de comercial de batom japonês, eu não posso participar. Ele também me mostrou que se interessar pela pessoa que seu amigo ama, não acaba bem. Ele me mostrou que um cochilo no colo do melhor amigo é o melhor cochilo que uma pessoa pode ter. Ele me ensinou a ir atrás dos meus sonhos, não importa as dificuldades que apareçam. Ele que me ensinou com seus momentos de lerdeza, que todos são lerdos. Que se você estiver vendendo uma estante para um estranho, em hipótese alguma, faça ele duvidar que você caiba dentro dela, a menos que queira que tudo seja roubado. Que se a pessoa não gosta de você, a opinião dela não passa de ‘mu’. Foi ele que me mostrou que se um dia aparecer pornô de graça na televisão, você nunca pode desligar ela. Ele me mostrou que a técnica do abraça, empurra funciona.
Foi o Chandler que me ensinou a fazer piadas, mas também me mostrou que piadas todas as horas nem sempre são boas. Ele que me mostrou que quando a pessoa que você ama, sonha com alguma coisa, o seu sonho também pode ser isso. Foi ele que me ensinou a dançar como se ninguém estivesse olhando, mesmo que alguém estivesse olhando. Não se gabe porque você tem o maior pedaço de chescake, antes que ele caia no chão e você tenha que dividir ele todo. Ele me ensinou que a melhor forma de dar um tempo depois de pular na cama, é brincar com seu amigo, batendo no rosto dele coberto de plástico bolha. Se você for viajar com sua mulher, não der certo, e você quer pegar o dinheiro do quarto de volta, vá com seu amigo e pegue tudo do hotel possível e leve na mala. Foi ele que me ensinou que a desculpa para ir dar uns pegas na pessoa que você ama escondido, é falar que vai à lavanderia. Foi o Chandler que me mostrou que fumar as vezes não faz mal, mas que também faz mal pra saúde. Que você não deve ter vergonha de nada, nem se seu pai for um drag queen que traiu a mãe com outro homem. Ele que me mostrou que paredes de hotéis são super finas. Ele que me mostrou como não sorrir para fotos. 
Foi o Ross que me ensinou a tomar muito cuidado e não falar o nome errado no altar. Ele que me ensinou a não deixar o gel branqueador por muito tempo nos dentes. Ele que me ensinou a ficar sempre alerta com a técnica do Unagi, e que Unagi não é um prato de comida japonesa. Ele que me ensinou a jamais misturar creme hidratante e talco, e, só usar calça de couro poucas vezes. Ele me ensinou que passar um sofá pelas escadas não é uma boa ideia. Ele me ensinou a ter mais cuidado na hora de roubar hidratantes e shampoos dos hotéis, e guarda tudo em sacos plásticos bem fechados. Ele me ensinou a nunca contar Mississipi em uma cabine de bronzeamento, mas também me ensinou a contar Mississipi. Ele me ensinou a nunca jogar o seu sanduíche fora, ou coisas ruins poderiam acontecer. Me ensinou a nunca usar a desculpa “Nós estávamos dando um tempo” para um namoro. Me ensinou a tomar o maior cuidado do mundo quando for me casar, para não falar o nome da pessoa errada. Me ensinou a nunca deixar um macaco perto do controle remoto da TV. Me ensinou a sempre me certificar de que eu estou sozinha antes de fazer algo embaraçoso. Me mostrou que não sou apenas eu que falo que estou bem mais por dentro estou me matando, e me mostrou que as vezes a gente deixa transparecer um pouco. Me mostrou para de forma alguma ficar bêbado com a ex em Las Vegas. Ele que me ensinou que camisinha só funciona 97% das vezes. 
Foi a Phoebe que fez “Smelly Cat” virar uma das minhas músicas preferidas. Foi ela que me fez perceber que roubar uma criança com um cabo de aço pode dar certo. Que o amor verdadeiro vem na hora que a gente mais precisa, e em momentos inesperados eles podem fazer as três palavras que mudaram a sua vida. Que pessoas da rua, são simples, mas as vezes tem um coração melhor do que qualquer outra pessoa. Que cada pessoa tem a sua ‘lagosta’ e que um dia todas irão encontrá-las. Foi a Phoebe que me ensinou a não me deixar afetar pelo o que as pessoas dizem ou acham. Foi ela que me fez acreditar que depois que sua mãe morre, ela pode voltar no corpo de um gato. Ela que me ensinou que ajudar as pessoas não custa nada, às vezes somente a dor de ter que abandonar certas coisas. Ela me mostrou que ser vegetariana as vezes pode ter um problema. Foi a Phoebe que me ensinou a nunca namorar uma pessoa que não usa roupas íntimas, pois isso as vezes pode ser ruim. Foi ela que me ensinou que se eu achar um distintivo policial, devo usar, até na frente do dono. Foi ela que me ensinou a tocar violão sem tocar nele.

Foi a Monica que me ensinou que limpeza as vezes é bom. Que gastar dinheiro com casamento é importante. Que ter filhos pode ser uma das melhores sensações do mundo. Que um pouco de loucura não faz mal. Foi ela que me ensinou a fazer, ou a não fazer um discurso para o aniversário de casamentos dos pais. Foi ela que ensinou, que em hipótese alguma, eu devo apostar o meu apartamento em um jogo de “quem conhece quem”. Ela me ensinou que o mundo real era uma droga, mas que eu iria amar ele. Ela que explicou, que existem 7 zonas básicas erógenas, e que você pode (deve) começar por 1, 2, 3, 1 e 2 e 3, 5, 4, 3, 2, 2, 6, 4, 2, 2, 4 e 7, 5, 7, 6, 7, 7…7…7…7…777777 SETE!!! Ela que me ensinou que se você for atacado por uma água viva, você deve fazer xixi nela, ou pedir para alguém fazer por você. Foi ela que me ensinou que um vestido de noiva pode resolver qualquer problema. Ela me mostrou que emagrecer é sim possível, não importa o quanto você era gordinha. Foi ela que me mostrou que qualquer cabelo fica enorme com umidade. Foi ela que me mostrou que comer cera pra depilar enquanto Ross e a Rachel brigam é a melhor forma de não morrer de fome (literalmente). Me mostrou que a veia da sua testa pode sair do seu rosto quando você estiver com raiva. 

Foi a Rachel que me ensinou a correr atrás dos meus sonhos. Ela me ensinou a não fazer bullying com ninguém, porque depois, ela pode voltar para a sua vida parecida com o Brad Pitt. Ela que se você não tem útero, também não tem opinião (Sem útero, sem opinião). Ela me ensinou que você deve fazer o que quer, e não deve fazer nada que não a deixe feliz. Ela me mostrou que mesmo que um avião não tenha falanges, se todos estão saindo por causa disso, você também deve sair. Foi ela que me ensinou a não escrever coisas inapropriadas nos relatórios do seu assistente, principalmente se você estiver tendo um caso com ele. Que cantar e dançar musicas indecentes na frente da filha pequena não tem problema. Que espiar o cara pelado do prédio da frente é bom. Ela que me ensinou que o amor verdadeiro sempre prevalece. Foi ela que me ensinou que se você não está feliz com quem vai casar, não ama a pessoa, você pode fugir no casamento. Foi ela que me fez de certa forma amadurecer. Me mostrou que um gato feio pode ser caro, e que na hora que eu ver, posso achar bonito e pagar caro. Me mostrou que colocar colírio no olho pode ser horrível…. 
Friends me ensinou muito. Mais me ensinou principalmente, que amigos verdadeiros são para sempre. 

Monica, Chandler, Ross, Rachel, Joey e Phoebe, fazem parte de minha vida, e sempre irão fazer. Por terem me alegrado, me ensinado, me ajudado… 

Eu amo eles. ❤️

  

Resenha: Anexos – Rainbow Rowell 

  
Título: Anexos 

Autora: Rainbow Rowell 

Editora: Novo século 

Páginas: 368 

Capa: 4 estrelas 

Classificação: 4 estrelas

Anexos é o primeiro romance publicado da Rainbow Rowell, que tem mais sucessos com “Eleanor & Park” e “Fangirl”. 

O livro vai contar a história da Beth, da Jhennifer (sua melhor amiga) e do Lincoln. 

Beth e Jhennifer são melhores amigas e são jornalistas, Beth escreve resenha de filmes. Lincoln trabalha no mesmo lugar que elas, porém em um setor muito diferente, ele concerta computadores e lê os e-mails das pessoas para saber se elas estão fazendo algumas coisas a não ser trabalhar (como conversar sobre coisas que não tem a ver com o trabalho com amigos). Esses e-mails aparecem para ele através de uma “fita vermelha”, certa vez que você fala alguma palavra que esta marcada lá, dependendo sobre o que você fala, você leva uma advertência. Porém Beth e Jhennifer falam muitas coisas que não podem, principalmente coisas pessoais, mas Lincoln não manda nenhuma advertência. Porque ? Porque ele começa a se apaixonar por Beth. Beth namora um guitarrista de uma banda de rock, e depois de um tempo passa a achar Lincoln bonito e fofo mesmo sem nunca ter falado com ele. 

O livro é legalzinho, legalzinho porque: 

  • Achei o Lincoln sem atitude nenhuma. 
  • Achei que as coisas demoraram muito para acontecer (só acontecem lá pelos últimos 3 capítulos) 
  • Quando a gente sabe a história do livro a gente sabe que eles vão acabar juntos e isso as vezes estraga o final do livro. 
  • A história acabou no meio do nada 
  • Por ser o primeiro livro dela é legalzinho. 

Disse depois que li Eleanor & Park (fiz resenha dele no blog da Manu que você pode ver clicando aqui) que queria dar uma chance pra Rainbow e ainda quero, pois os livros são bons, mas pra mim ela sempre estraga algo, ele não é um livro muito bom que recomendaria pra todo mundo, pois poderia ser melhor. 

Acho que não preciso falar tanto, pois só pela resenha do livro, da pra saber que eles vão ficar juntos no final, e isso não é nada chocante, porque a resenha quase fala né ? Haha. 

Resenha Beleza Perdida – Amy Harmon 

  
Título: Beleza Perdida 

Autor: Amy Harmon

Editora: Verus Editora 

Páginas: 332

Capa: 5 classificações, favorita 

Classificação: 5 estrelas, favorito. 

Beleza perdida vai contar a história da Fern Taylor e do Ambrose Young. Ambrose é um grande lutador na cidade onde mora, com o corpo definido, cabelo grande, é lindo, até que um dia resolve ir com seus amigos para a guerra, porém, só um retorna. Fern tem uma paixão por Ambrose desde muito tempo, porém ele nunca notou ela. 

O livro conta histórias atuais, e conforme certas coisas são faladas, contam histórias que já se passaram.  

Depois da guerra, Ambrose não é o mesmo. Ele está completamente diferente. Sua beleza que era uma coisa muito especial para ele não está muito presente. Vários benefícios do corpo não estão mais presentes para ele. Muitas pessoas o julgam agora por causa do que fez, mesmo não tendo culpa nenhuma. Ele tem agora outra visão da vida. 

Uma das únicas coisas que o restou até hoje são o amor de Fern, que agora é mais vista por ele. Ela esta muito mudada desde a escola. Mais bonita, mais amadurecida. 

Fern tem um primo que é seu melhor amigo que se chama Bailey, ele tem distrofia muscular. Ela o ajuda em tudo praticamente. Sua doença as vezes não permite que a pessoa ultrapasse os 21 anos, então, Bailey não tem medo da morte, na verdade é como se estivesse pronto para ela. Já tem em sua casa, tudo separado para cada pessoa, e não desperdiça tempo de dizer eu te amo. 

O livro então vai contar a história deles. E gente, juro o livro é muito perfeito. Acho que TODOS têm que ler Beleza Perdida, pois é um livro M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. Sabe quando você lê um livro tão bom, que foi feito pra você, e não tem palavras para descrever ? É o que eu acho desse livro. 

Me apaixonei muito por cada personagem (OK, talvez não todos, somente alguns dá uma vontade de matar no fundo do rio, deixar ele sofrendo lá sem ninguém pra ajudar ele. Quem já leu o livro vai entender o porque). 

Sério gente, esse livro é muito bom. Todos devem ler. Deixar realmente uma boa mensagem de como a gente perde muitas oportunidades por causa do medo. De como a gente reclama muito da vida enquanto outras pessoas estão passando por momentos difíceis. O quanto o amor é importante em nossas vidas.  

Eu não tenho nem palavras pra falar o quanto esse livro é bom, porque sério, eu não consigo nem dizer o mix de sentimentos que ele me trouxe. 

  

Resenha: A mais pura verdade – Dan Gemeinhart 

  

Título: A mais pura verdade 

Autor: Dan Gemeinhart 

Páginas: 224 

Classificação: 5 estrelas 

Sinopse: Nunca é tarde demais para viver a maior aventura da nossa vida!

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha. Mas, em certo sentido – um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram. Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça. 

A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Mark tem 12 anos e tem câncer. Sua doença volta, e, vendo que ele poderá morrer, ele resolve realizar o seu sonho, e uma promessa que fez. Quando o seu avô morreu, ele falou que queria muito escalar o monte Rainier, (que pra quem, assim como eu queria saber como é o monte você pode saber sobre ele clicando aqui) e disse que era pra ele prometer, que um dia ele iria escalar o monte. Promessa é dívida, já se diz o ditado, então, ele queria escalar a montanha, nem que essa fosse a última coisa que ele faria na vida dele. 

Uma coisa somente que me encomodou as vezes no livro era ele achar que ele não precisava de ajuda de ninguém, pra nada. E isso é bem chato porque você não consegue fazer quase nada sem a ajuda de ninguém, sem o apoio, ou alguma coisa assim. 

Ele resolve então fugir, com Beau, seu cachorro, um vira-lata, com a pele mista entre um marrom claro e um marrom escuro, e com um olho verde e um castanho (fiquei morrendo pra querer ver um cachorro assim um dia). São mais de 500 quilômetros para ele chegar até a montanha. A única pessoa que sabe para onde ele foi, é Jess, sua melhor amiga, porém, eles prometeram não contar nunca, para ninguém. 

O livro é contado por duas perceptivas, a do Mark e a da Jess (que também conta as vezes com o pai e a mãe do Mark). Os capítulos do livro não são pequenos, mas não são aquela coisa enormes, ate porque o livro não é grande. Mas se você esta querendo um livro que tenha capítulos pequenos não recomendo este. 

Eu ouvi falar bastante desse livro, mas nunca procurei ver nenhuma resenha ou alguma parte da história do livro, nem a sinopse, porque isso de certa forma, me deixa com mais expectativas do livro e eu acabo não gostando de muita coisa pelo fato de criar muita expectativa. 

O livro então vai contar desde a época que o Mark fugiu de casa até o que aconteceu no final do livro. 

A mais pura verdade é um livro que fala sobre a̠m̠o̠r̠, a̠m̠i̠z̠a̠d̠e̠, o̠ m̠e̠d̠o̠ q̠u̠e̠ a̠s̠ p̠e̠s̠s̠o̠a̠s̠ t̠e̠m̠ d̠e̠ f̠a̠l̠a̠r̠ q̠u̠a̠l̠q̠u̠e̠r̠ c̠o̠i̠s̠a̠ p̠a̠r̠a̠ q̠u̠a̠l̠q̠u̠e̠r̠ p̠e̠s̠s̠o̠a̠, a̠ m̠a̠i̠s̠ p̠u̠r̠a̠ v̠e̠r̠d̠a̠d̠e̠ d̠a̠s̠ c̠̠o̠̠i̠̠s̠̠a̠s̠. É um livro que contém a̠m̠i̠z̠a̠d̠e̠, c̠o̠m̠p̠a̠n̠h̠e̠i̠r̠i̠s̠m̠o̠, c̠o̠n̠f̠l̠i̠t̠o̠ i̠n̠t̠e̠r̠n̠o̠, c̠o̠n̠f̠i̠a̠n̠ça̠… 

Não tem muito o que falar do livro porque não tem muito como falar do livro. É um livro perfeito, que muitos podem achar bobo, mas é muito bom. O livro me fez refletir muito, e ver também que cachorros são uma das melhores coisas que o ser humano pode ter. 

Recomendo muito o livro, muito mesmo, mesmo que essa resenha tenha ficado ruim e eu não tenha falado muito do livro, ele é muito bom. 

Autor 

            
Eu nasci em Frankfurt, Alemanha – mas só porque meu pai estava no Exército. Minha família se mudou muito quando eu estava crescendo, então eu fui para uma escola diferente quase todos os anos, até que eu estava no ensino médio. Este foi difícil, mas também me deu um monte de experiências interessantes e provavelmente acabou fazendo de mim uma pessoa mais forte, mais confiante. Eu terminei o ensino médio em Kennewick, Washington, onde eu conheci essa garota chamada Karen. Eu tinha uma grande paixão por ela. Felizmente para mim, o esmagamento foi eventualmente mútuo. Então eu fui para a faculdade na Universidade de Gonzaga, em Spokane, Washington, onde estudei história e como ser um professor. Quando me formei, casei-me com aquela garota chamada Karen (e nós ainda estamos casados ​​hoje). Depos, nos mudamos para Wenatchee, Washington, onde eu tenho um trabalho de sonho como um bibliotecário. Minha esposa é uma professora de Inglês na cidade vizinha de Cashmere, onde vivemos. Minhas três filhas são uma constante fonte de risos e sonolência. Eu escrevi durante dez anos antes de finalmente chegar o meu primeiro livro publicado, mas foi totalmente pena todo o trabalho e toda a espera. Eu não acredito em desistir e não acho que você deve, também.

Livros publicados 

– The Honest Truth (A Mais pura verdade) 

Resenha: Para todos os garotos que já amei – Jenny Han 

  

Título: Para todos os garotos que já amei 

Autora: Jenny Han 

Editora: Intrínseca  

Páginas: 320 

Classificação: 5 estrelas 

Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou – cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. 

Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Sabe aquele livro que é de uma leitura rápida, leve e agradável ? É o Para todos os garotos que já amei. Uma das coisas que mais gostei nele, foi a escrita da autora, e o fato dos capítulos não serem longos, em todas as 320 páginas, o livro possui 72 capítulos, o que faz com que os capítulos sejam rápidos e a leitura seja mais rápida ainda. 

Juro que pensei que quando fosse ler, só iria ter crônicas e as cartas que a Lara Jean escreve, e o choro dela de não ter o amor correspondido mais me surpreendi. 

Lara Jean tem uma caixa azul-petróleo que ganhou da sua mãe, que já faleceu, onde guarda todas as cartas que escreveu para todos os garotos que já amou, mas não uma carta durante todo o tempo que amou a pessoa, uma carta de ‘despedida’, quando ela não amava mais certa pessoa. 

Certa vez, essas cartas são enviadas para os destinatários, que de certo modo, quando isso acontece, já dá meio que pra perceber quem enviou, mais isso é revelado somente no final do livro. Josh, um dos participantes da vida amorosa dela, namora a irmã mais velha dela (Lara Jean nunca namorou), e é vizinho dela, Peter, outro amor dela, era um dos melhores amigos dela, e terminou o namoro com Gen, que também era uma das melhores amigas dela. A história vai passar entre eles (e a família e amigos deles também). Peter ainda pensa que ama Gen, e Lara Jean pensa que ainda ama Josh, então eles decidem o que ? Inventar um namoro, para Gen sentir ciúmes de Peter e voltar a namorar ele, e pra Josh sentir ciúmes da Lara Jean e namorar ela, mas muitas coisas acontecem durante isso. 

Sim, o mais provável acontece, mas no final do livro acontece uma coisa que não era provável e que muda um pouco o final da história. 

Recomendo muito o livro, principalmente pra quem está iniciando a jornada na leitura agora, porque eu não achei o livro um livro grande, e a história é super leve e rápida, o que torna a leitura muito boa. 

Continuação 

O livro sim, tem continuação, porém, não foi traduzido ainda. A editoria Intrínseca falou que ele vai ser traduzido e publicado no primeiro semestre de 2016. Eles ainda não falaram nada sobre a capa brasileira (não que eu fiquei sabendo pelas pesquisas que fiz), mas a original é assim: 

 

  O título com tradução livre fica: P.S.: Eu ainda amo você. 

Autora 

  

“Jenny Han nasceu e foi criada em Richmond, Virginia. Ela foi para a faculdade na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill e ela passou a pós-graduação na New School em Nova York, onde ela recebeu seu MFA em escrever para crianças. Ela vive em Brooklyn e trabalha a tempo parcial em uma biblioteca escolar no Upper West Side.” 

Os títulos publicados por Jenny até hoje foram: 

– The summer i turned pretty (O verão que mudou a minha vida) 

– It’s not summer without you (Sem você não é verão) 

– We’ll always have summer (Sempre teremos o verão) 

– Burn for Burn (olho por olho) 

– Fire with Fire (Dente por dente) 

– My true love gave to me (O presente do meu grande amor) 

– Demigods and monters (Semideuses e monstros) 

– To all the boy’s I’ve loved before (Para todos os garotos que já amei)

– Shug (ainda não foi traduzido) 

– Ashes to Ashes (ainda não foi traduzido) 

– P.S. I still love you (ainda não foi traduzido) 

Espero que tenham gostado, você já leu algum livro desta autora ? Beijos e até o próximo. 

Resenha: Insurgente

  

Título: Insurgente – Uma escolha pode te destruir. 

Autora: Veronica Roth 

Editora: Rocco editoras. 

Páginas: 512 

Classificação: 5 estrelas – favoritado

Sinopse: Uma escolha poderá destruir tudo!

Mais uma inebriante e emocionante história, repleta de reviravoltas, corações partidos, romance e poderosas revelações sobre a natureza humana. Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas.
Em Insurgente, segundo volume da bem-sucedida série de distopia que conquistou os fãs de Jogos Vorazes e alcançou o primeiro lugar na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama e a própria vida enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Terminei de ler Insurgente e fiquei parada olhando pro teto do meu quarto no silêncio da madrugada me perguntando como a Veronica consegue ser tão destruidora no final de todos os livros, sério. 

Divergente e Insurgente são livros de não acreditar o que acontece no final, você fica tipo: ISSO TA ACONTECENDO MESMO? É sim, ta acontecendo! 

Depois do acontecido no final de Divergente (não falo pois vai ser um grande spoiler), a cidade está praticamente destruída, e Tris volta a sua vida com traumas, porém, isso não deixa o livro em nenhuma hora chato, porque não foca somente no trauma, e também da pra entender os motivos que a deixaram desse jeito. Vi muita gente reclamando que ela chorou muito, não achei que ela chorou muito. 

Tobias (Ou Quatro, como preferirem), passa a aparecer mais nesse livro, por causa de algumas brigas e atitudes dele (e eu to cada vez mais apaixonada por esse homem!). 

Insurgente contém mais ação que Divergente (eu achei), por que maior ação de divergente está no final, e de Insurgente já começa com um pouco de ação, o que achei ótimo! A Veronica consegue criar situações de realmente tirar o fôlego. Se você pensa que Insurgente vai conter o mesmo amor que teve em Divergente, podem saber que não, isso pode ser bom para alguns e ruim para outros. 

Porém uma coisa que irrita um pouco em Insurgente é o jeito dela de querer ser independente, de fazer algumas coisas pensando somente nela, de se afastar de algumas pessoas por certas atitudes… Mas acho que isso serviu como uma “lição” pra ela. 

Nesse livro é começado a meio que desvendar o porque do início da criação das facções, o porque de tanta luta, quem está por trás disso tudo, e outros. 
O ruim é que não posso contar muito porque se não vou dar spoiler, mas digo, vale muito a pena a leitura! Já estou louca pra ler Convergente e assim que terminar faço a resenha para vocês. 

Se você quiser ler a resenha de Divergente clique aqui. Você já leu esta distopia ? O que acha dela ? Ela vem me surpreendendo a cada página que leio e juro, vale cada página lida! 

Beijos ❤️

(Eu to pensando depois em fazer uma super resenha da série inteira com alguns spoiler que não vão estragar o livro, se quiserem ler faço pra vocês 😊) 

Resenha: Divergente 

 
Título: Divergente – Uma escolha pode te transformar 

Autora: Veronica Roth 

Editora: Rocco Jovens Leitores 

Páginas: 502 

Classificação: 5 estrelas – favoritado 

Sinopse:  Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Possui filme: sim 
A história vai se passar em Chicago (como a sinopse disse, numa Chigaco futurista), onde, a sociedade resolve se dividir em 5 facções depois de uma terrível guerra que destruiu a cidade, são elas: 

Abnegação: Esquece-te de ti mesmo. Os outros serão a tua prioridade. (O altruísta) – Se você pensa que o que causou a guerra foi o egoísmo, você irá pra abnegação. 

Franqueza: Todos poderão confiar em ti. A tua sinceridade não tem limites. (A honestidade) – Se acha que o problema foi a duplicidade, você irá pra Franqueza. 

Amizade: Será uma referência de compreensão e paz. (A paz) – Se você culpa a agressividade irá pra amizade. 

Erudição: A busca do conhecimento vai orientar toda a tua vida. (A inteligência) – Se você acredita que foi a ignorância irá para a erudição. 

Audácia: protegerás a cidade dos inimigos,  incansavelmente e sem medo. (A coragem) – se você culpa a covardia, irá pra audácia. 

As facções foram criadas com a intenção de evitar uma nova guerra, neutralizar as fraquezas da natureza humana, como eles dizem, para que se possa cultivar a “sociedade perfeita”. 
Todos os jovens aos 16 anos passam pelo teste de aptidão, uma certa simulação dirá para qual facção você mais tem a ver, ou seja, precisa ir, mas ninguém é obrigado a ir para a que realmente sai no resultado, eles são livres para escolherem a facção que querem. E Beatrice, fará seu teste de aptidão e terá a difícil escolha de decidir para onde vai. Ela é da Abnegação e mora com os pais e o irmão, mas, não quer deixá-los sozinhos, pois tem um certo medo de precisar ir pra outra facção, e eles se sentirem traídos (como a maioria dos pais se sentem), porém, o resultado do teste de aptidão de Beatrice, foi inconclusivo. Para entenderem melhor, o resultado foi: Abnegação, erudição e audácia. 

Beatrice, é uma divergente, mas ninguém pode saber disso, pois, divergentes tem coisas em especial, uma coisa dessas é que eles não podem ser controlados por nenhuma simulação, conseguem saber que elas não são realidades e acabar com elas mais cedo do que o possível. É como se divergentes fossem caçados, pois tem algo em especial, e ela ser uma divergente é uma coisa muito difícil. (Sem dar spoiler, divergentes são aqueles que amaçam os planos de uma sociedade arquitetada, pois não seguem os padrões e não podem ser controlados, não pertencem e não se encaixam em somente uma facção, assim, carregam mais de uma característica em si.) 

Ela escolhe então a facção que sempre adimirou: a Audácia. Lá ela conhece Quatro (que ao longo do livro se descobre o nome verdadeiro dele e o porquê do nome Quatro) que é um de seus instrutores, e, dali em diante, precisa mostrar para eles que realmente é da audácia. 

Durante o tempo que fica dentro da audácia, uma das facções está planejando uma certa coisa (tenho vontade de contar mais não posso porque vai ser um baita spoiler), e tudo irá piorar. 

Já ouvi gente deixando de ler porque falam que é igual Jogos Vorazes, mas se você pensa isso, pode parar de bobagem e ir ler, porque eu não achei nada parecido com Jogos Vorazes, e preferi Divergente do que Jogos Vorazes. 

Apesar de ter 502 páginas, a leitura é rápida,a letra não é pequena, e o livro não tem aquele formato grande, então, dá pra ler muito rápido (eu li em 3 dias, e só não li mais rápido porque estava em época de prova. E isso também explica o porquê a falta de posts essa semana). 

Logo depois que li o livro fui ver o filme e me arrependi, muitas pessoas estavam falando que Insurgente não era fiel ao livro, e agora que não fiquei com a mínima vontade de ver Insurgente, porque nunca ouvi ninguém falando que Divergente não era fiel ao livro então, Insurgente deve ser muito pior. Se você viu o filme e não quis ler o livro porque achou que seria ruim leia o livro, e, se você viu o filme e achou bom e não leu o livro porque achou que seria a mesma coisa, vai ler! Muita coisa no filme mudou, muita mesmo, eu tive até um certo ponto de não querer mais ver o filme por causa da raiva que estava de muita coisa que mudou. Esta sendo muito difícil esses dias achar um filme que realmente goste, que seja realmente fiel ao livro. 

Não recomendo o filme, pois MUITA coisa que deveria aparecer lá não apareceu, mas indico DEMAIS o livro. Juro que eu ficava vendo e filme e falando: não é isso porra, que merda, não quero mais assistir essa porcaria! Hahaha (sim, estresso demais). 

Não vou dizer muito bem que a série é uma trilogia, mas a maioria só conhece a trilogia, porém, contém 5 livros: 

  • Divergente (2012) 
  • Insurgente (2013) 
  • Convergente (2013)  
  • Quatro (2014) 
  • Divergente guia da iniciação (2014) 

Eu comecei a ler Insurgente um dia desses e estou gostando bastante! Por fim, recomendo muito Divergente, você se diverte com os personagens, tem muitas surpresas, e eu achei ótimo ❤️

Vocês já leram ? O que acharam ? Se tiverem alguma dúvida sobre o livro é só deixar nos comentário que respondo :). Beijos ❤️