Resenha: Anexos – Rainbow Rowell 

  
Título: Anexos 

Autora: Rainbow Rowell 

Editora: Novo século 

Páginas: 368 

Capa: 4 estrelas 

Classificação: 4 estrelas

Anexos é o primeiro romance publicado da Rainbow Rowell, que tem mais sucessos com “Eleanor & Park” e “Fangirl”. 

O livro vai contar a história da Beth, da Jhennifer (sua melhor amiga) e do Lincoln. 

Beth e Jhennifer são melhores amigas e são jornalistas, Beth escreve resenha de filmes. Lincoln trabalha no mesmo lugar que elas, porém em um setor muito diferente, ele concerta computadores e lê os e-mails das pessoas para saber se elas estão fazendo algumas coisas a não ser trabalhar (como conversar sobre coisas que não tem a ver com o trabalho com amigos). Esses e-mails aparecem para ele através de uma “fita vermelha”, certa vez que você fala alguma palavra que esta marcada lá, dependendo sobre o que você fala, você leva uma advertência. Porém Beth e Jhennifer falam muitas coisas que não podem, principalmente coisas pessoais, mas Lincoln não manda nenhuma advertência. Porque ? Porque ele começa a se apaixonar por Beth. Beth namora um guitarrista de uma banda de rock, e depois de um tempo passa a achar Lincoln bonito e fofo mesmo sem nunca ter falado com ele. 

O livro é legalzinho, legalzinho porque: 

  • Achei o Lincoln sem atitude nenhuma. 
  • Achei que as coisas demoraram muito para acontecer (só acontecem lá pelos últimos 3 capítulos) 
  • Quando a gente sabe a história do livro a gente sabe que eles vão acabar juntos e isso as vezes estraga o final do livro. 
  • A história acabou no meio do nada 
  • Por ser o primeiro livro dela é legalzinho. 

Disse depois que li Eleanor & Park (fiz resenha dele no blog da Manu que você pode ver clicando aqui) que queria dar uma chance pra Rainbow e ainda quero, pois os livros são bons, mas pra mim ela sempre estraga algo, ele não é um livro muito bom que recomendaria pra todo mundo, pois poderia ser melhor. 

Acho que não preciso falar tanto, pois só pela resenha do livro, da pra saber que eles vão ficar juntos no final, e isso não é nada chocante, porque a resenha quase fala né ? Haha. 

Resenha Beleza Perdida – Amy Harmon 

  
Título: Beleza Perdida 

Autor: Amy Harmon

Editora: Verus Editora 

Páginas: 332

Capa: 5 classificações, favorita 

Classificação: 5 estrelas, favorito. 

Beleza perdida vai contar a história da Fern Taylor e do Ambrose Young. Ambrose é um grande lutador na cidade onde mora, com o corpo definido, cabelo grande, é lindo, até que um dia resolve ir com seus amigos para a guerra, porém, só um retorna. Fern tem uma paixão por Ambrose desde muito tempo, porém ele nunca notou ela. 

O livro conta histórias atuais, e conforme certas coisas são faladas, contam histórias que já se passaram.  

Depois da guerra, Ambrose não é o mesmo. Ele está completamente diferente. Sua beleza que era uma coisa muito especial para ele não está muito presente. Vários benefícios do corpo não estão mais presentes para ele. Muitas pessoas o julgam agora por causa do que fez, mesmo não tendo culpa nenhuma. Ele tem agora outra visão da vida. 

Uma das únicas coisas que o restou até hoje são o amor de Fern, que agora é mais vista por ele. Ela esta muito mudada desde a escola. Mais bonita, mais amadurecida. 

Fern tem um primo que é seu melhor amigo que se chama Bailey, ele tem distrofia muscular. Ela o ajuda em tudo praticamente. Sua doença as vezes não permite que a pessoa ultrapasse os 21 anos, então, Bailey não tem medo da morte, na verdade é como se estivesse pronto para ela. Já tem em sua casa, tudo separado para cada pessoa, e não desperdiça tempo de dizer eu te amo. 

O livro então vai contar a história deles. E gente, juro o livro é muito perfeito. Acho que TODOS têm que ler Beleza Perdida, pois é um livro M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. Sabe quando você lê um livro tão bom, que foi feito pra você, e não tem palavras para descrever ? É o que eu acho desse livro. 

Me apaixonei muito por cada personagem (OK, talvez não todos, somente alguns dá uma vontade de matar no fundo do rio, deixar ele sofrendo lá sem ninguém pra ajudar ele. Quem já leu o livro vai entender o porque). 

Sério gente, esse livro é muito bom. Todos devem ler. Deixar realmente uma boa mensagem de como a gente perde muitas oportunidades por causa do medo. De como a gente reclama muito da vida enquanto outras pessoas estão passando por momentos difíceis. O quanto o amor é importante em nossas vidas.  

Eu não tenho nem palavras pra falar o quanto esse livro é bom, porque sério, eu não consigo nem dizer o mix de sentimentos que ele me trouxe. 

  

Ed Sheeran Book Tag 

  
Oi! Desde quando vi no canal da Melina Souza o vídeo do Ed Sheeran Book tag, fiquei louca para responder (você pode ver o vídeo clicando aqui.), elas responderam a Tag juntas, e, inclusive foram elas que criaram a tag. Por sorte do destino, a Manu do Enquanto eu leio, me escolheu para responder a tag e cá estou eu! 

Eu sou fã do Ed, e sou muito apaixonada por cada música dele. Pra mim cada uma tem um grande significado, uma grande parte que eu amo ouvir, uma frase que eu sempre vou levar pra vida inteira, ou alguma coisa assim. 

1. Take it Back – Um livro que você se arrependeu de ter comprado. 

  

Apesar do livro estar cheio de post-it, acho que esse foi o pior livro que já li. Eu já fiz resenha dele aqui, e pra mim ele foi realmente o pior livro que li. Achei a história até legalzinha, as cartas são muito legais, a capa é muito linda, a história dela é muito legal, mas, como disse na resenha ela fica de muito mimimi no livro, fica chorando muito por causa da irmã (acho que é a irmã). Então eu me arrependi bastante de ter comprado ele. 

2. One – O primeiro livro que te marcou  

 
Foi graças a Paula que meu amor pela leitura começou, e o primeiro livro que me marcou foi Fazendo meu filme. Não somente o último mas todos os livros. Todos eles têm um significado para mim, e todos me marcaram de certa forma.  

3. Kiss Me – Um livro que tenha um personagem que você se apaixonou loucamente. 

  

Sim gente, eu não só me apaixonei pela série Divergente como me apaixonei loucamente pelo Tobias! Não me apaixonei tanto pela Tris, pois ela as vezes chega a fazer coisas que irrita muito, mas o Quatro pensa tanto antes de fazer as coisas, cuida tão bem, se preocupa tanto. Ai gente, da vontade de casar com esse homem, por favor digam que não sou a única. 

4. The a team – Um livro que faz parte do seu top 5 da vida. 

 
O único ruim desse livro é que ele não é tão conhecido, e que quando ele acaba você sente a necessidade de falar com alguém sobre o livro, de desabafar sobre ele, mas gente, todo mundo tem que ler esse livro. Eu já fiz a resenha dele (só não publiquei ainda) e acho que esse livro é pra vida inteira. O final dele passa uma história tão linda. Não tenho nem palavras para descrever o quanto esse livro é perfeito. 
5. The city – Um livro que se passa em alguma cidade que você ama 

  

Não achei quase um livro pra essa categoria, pois todos que leio as vezes no final do livro nem lembro onde se passa a história. Mas, mesmo não sendo uma cidade que amo, peguei um com uma cidade ou um lugar que tenho vontade de morar. E um lugar que tenho vontade de morar ou ao menos conhecer, é a Redoma, pois mesmo as vezes parecendo ser chato ficar em um lugar preso sem poder ir para muitos lugares, iria ser bom, para saber melhor com quem convivo, saber melhor sobre mim mesmo, enfim. 

6. One Night – Um livro que você virou a noite lendo. 

  

Apesar do livro não ser tão pequeno assim, a história dele me prendeu muito, e o humor que tem nele também ajudou muito. E sim, eu li 448 páginas em apenas um dia. 

7. Let it Out – Um livro que assim que acabou fez você sentir que precisava conversar com alguém sobre. 

  

Amy e o clube dos 27 é uma biografia. Muitos cantores do rock, morreram no auge da carreira e com apenas 27 anos. Alguns falam que isso é uma coincidência, outros falam que não. O livro não vai contar a história de todos que morreram quando tinha 27 anos, mas vai contar a história de Amy Winehouse, Brian Jones, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison e Kurt Cobain. Quando acabei de ler ele precisava conversar com alguém sobre como a vida dessas pessoas nem sempre era o que parecia ser, que muitos julgavam porque “Ah, tal pessoa morreu de overdose, era maconheira, não precisava do apoio de ninguém”, mas é muito diferente disso. 

8. You Break me – Um livro que te deixou bem mal 

  

Sim, Um caso perdido além de ser um livro ótimo, me deixou mal pelo o que a Hope estava passando, pois não seria nada fácil passar pelo o que ela estava passando. “Mas Carol, tem tanta coisa pior nesse mundo”. Sim, eu sei, mas eu me senti muito mal por ela e pela situação que ela estava passando. 

9. Smile – Um livro que te deixou bem feliz 

   
Sim, Perdida é um livro ótimo e super engraçado. Sempre tem alguma derrapada de alguém que me fez morrir de raiva, e eu fiquei bem feliz com ele.  

10. I can’t spell – Um livro ou autor que você não consegue pronunciar o nome. 

  

 Se alguém souber, por favor me manda um áudio falando porque sério, eu não consigo falar o sobrenome dele, e se algum dia conseguir falar sei que vai ser errado. Mais tenho fé que um dia eu vou conseguir, haha. 

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Foi isso gente, espero que tenham gostado. Acho que não vou marcar ninguém pra responder, pois fica livre pra quem quiser responder. Se você for responder, não se esqueça de colocar o créditos para a Melina Souza e para a Carol Guido, que foram quem criaram a TAG. 

Beijos 💚

Resenha: A mais pura verdade – Dan Gemeinhart 

  

Título: A mais pura verdade 

Autor: Dan Gemeinhart 

Páginas: 224 

Classificação: 5 estrelas 

Sinopse: Nunca é tarde demais para viver a maior aventura da nossa vida!

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha. Mas, em certo sentido – um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram. Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça. 

A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Mark tem 12 anos e tem câncer. Sua doença volta, e, vendo que ele poderá morrer, ele resolve realizar o seu sonho, e uma promessa que fez. Quando o seu avô morreu, ele falou que queria muito escalar o monte Rainier, (que pra quem, assim como eu queria saber como é o monte você pode saber sobre ele clicando aqui) e disse que era pra ele prometer, que um dia ele iria escalar o monte. Promessa é dívida, já se diz o ditado, então, ele queria escalar a montanha, nem que essa fosse a última coisa que ele faria na vida dele. 

Uma coisa somente que me encomodou as vezes no livro era ele achar que ele não precisava de ajuda de ninguém, pra nada. E isso é bem chato porque você não consegue fazer quase nada sem a ajuda de ninguém, sem o apoio, ou alguma coisa assim. 

Ele resolve então fugir, com Beau, seu cachorro, um vira-lata, com a pele mista entre um marrom claro e um marrom escuro, e com um olho verde e um castanho (fiquei morrendo pra querer ver um cachorro assim um dia). São mais de 500 quilômetros para ele chegar até a montanha. A única pessoa que sabe para onde ele foi, é Jess, sua melhor amiga, porém, eles prometeram não contar nunca, para ninguém. 

O livro é contado por duas perceptivas, a do Mark e a da Jess (que também conta as vezes com o pai e a mãe do Mark). Os capítulos do livro não são pequenos, mas não são aquela coisa enormes, ate porque o livro não é grande. Mas se você esta querendo um livro que tenha capítulos pequenos não recomendo este. 

Eu ouvi falar bastante desse livro, mas nunca procurei ver nenhuma resenha ou alguma parte da história do livro, nem a sinopse, porque isso de certa forma, me deixa com mais expectativas do livro e eu acabo não gostando de muita coisa pelo fato de criar muita expectativa. 

O livro então vai contar desde a época que o Mark fugiu de casa até o que aconteceu no final do livro. 

A mais pura verdade é um livro que fala sobre a̠m̠o̠r̠, a̠m̠i̠z̠a̠d̠e̠, o̠ m̠e̠d̠o̠ q̠u̠e̠ a̠s̠ p̠e̠s̠s̠o̠a̠s̠ t̠e̠m̠ d̠e̠ f̠a̠l̠a̠r̠ q̠u̠a̠l̠q̠u̠e̠r̠ c̠o̠i̠s̠a̠ p̠a̠r̠a̠ q̠u̠a̠l̠q̠u̠e̠r̠ p̠e̠s̠s̠o̠a̠, a̠ m̠a̠i̠s̠ p̠u̠r̠a̠ v̠e̠r̠d̠a̠d̠e̠ d̠a̠s̠ c̠̠o̠̠i̠̠s̠̠a̠s̠. É um livro que contém a̠m̠i̠z̠a̠d̠e̠, c̠o̠m̠p̠a̠n̠h̠e̠i̠r̠i̠s̠m̠o̠, c̠o̠n̠f̠l̠i̠t̠o̠ i̠n̠t̠e̠r̠n̠o̠, c̠o̠n̠f̠i̠a̠n̠ça̠… 

Não tem muito o que falar do livro porque não tem muito como falar do livro. É um livro perfeito, que muitos podem achar bobo, mas é muito bom. O livro me fez refletir muito, e ver também que cachorros são uma das melhores coisas que o ser humano pode ter. 

Recomendo muito o livro, muito mesmo, mesmo que essa resenha tenha ficado ruim e eu não tenha falado muito do livro, ele é muito bom. 

Autor 

            
Eu nasci em Frankfurt, Alemanha – mas só porque meu pai estava no Exército. Minha família se mudou muito quando eu estava crescendo, então eu fui para uma escola diferente quase todos os anos, até que eu estava no ensino médio. Este foi difícil, mas também me deu um monte de experiências interessantes e provavelmente acabou fazendo de mim uma pessoa mais forte, mais confiante. Eu terminei o ensino médio em Kennewick, Washington, onde eu conheci essa garota chamada Karen. Eu tinha uma grande paixão por ela. Felizmente para mim, o esmagamento foi eventualmente mútuo. Então eu fui para a faculdade na Universidade de Gonzaga, em Spokane, Washington, onde estudei história e como ser um professor. Quando me formei, casei-me com aquela garota chamada Karen (e nós ainda estamos casados ​​hoje). Depos, nos mudamos para Wenatchee, Washington, onde eu tenho um trabalho de sonho como um bibliotecário. Minha esposa é uma professora de Inglês na cidade vizinha de Cashmere, onde vivemos. Minhas três filhas são uma constante fonte de risos e sonolência. Eu escrevi durante dez anos antes de finalmente chegar o meu primeiro livro publicado, mas foi totalmente pena todo o trabalho e toda a espera. Eu não acredito em desistir e não acho que você deve, também.

Livros publicados 

– The Honest Truth (A Mais pura verdade) 

Resenha: Insurgente

  

Título: Insurgente – Uma escolha pode te destruir. 

Autora: Veronica Roth 

Editora: Rocco editoras. 

Páginas: 512 

Classificação: 5 estrelas – favoritado

Sinopse: Uma escolha poderá destruir tudo!

Mais uma inebriante e emocionante história, repleta de reviravoltas, corações partidos, romance e poderosas revelações sobre a natureza humana. Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas.
Em Insurgente, segundo volume da bem-sucedida série de distopia que conquistou os fãs de Jogos Vorazes e alcançou o primeiro lugar na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama e a própria vida enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Terminei de ler Insurgente e fiquei parada olhando pro teto do meu quarto no silêncio da madrugada me perguntando como a Veronica consegue ser tão destruidora no final de todos os livros, sério. 

Divergente e Insurgente são livros de não acreditar o que acontece no final, você fica tipo: ISSO TA ACONTECENDO MESMO? É sim, ta acontecendo! 

Depois do acontecido no final de Divergente (não falo pois vai ser um grande spoiler), a cidade está praticamente destruída, e Tris volta a sua vida com traumas, porém, isso não deixa o livro em nenhuma hora chato, porque não foca somente no trauma, e também da pra entender os motivos que a deixaram desse jeito. Vi muita gente reclamando que ela chorou muito, não achei que ela chorou muito. 

Tobias (Ou Quatro, como preferirem), passa a aparecer mais nesse livro, por causa de algumas brigas e atitudes dele (e eu to cada vez mais apaixonada por esse homem!). 

Insurgente contém mais ação que Divergente (eu achei), por que maior ação de divergente está no final, e de Insurgente já começa com um pouco de ação, o que achei ótimo! A Veronica consegue criar situações de realmente tirar o fôlego. Se você pensa que Insurgente vai conter o mesmo amor que teve em Divergente, podem saber que não, isso pode ser bom para alguns e ruim para outros. 

Porém uma coisa que irrita um pouco em Insurgente é o jeito dela de querer ser independente, de fazer algumas coisas pensando somente nela, de se afastar de algumas pessoas por certas atitudes… Mas acho que isso serviu como uma “lição” pra ela. 

Nesse livro é começado a meio que desvendar o porque do início da criação das facções, o porque de tanta luta, quem está por trás disso tudo, e outros. 
O ruim é que não posso contar muito porque se não vou dar spoiler, mas digo, vale muito a pena a leitura! Já estou louca pra ler Convergente e assim que terminar faço a resenha para vocês. 

Se você quiser ler a resenha de Divergente clique aqui. Você já leu esta distopia ? O que acha dela ? Ela vem me surpreendendo a cada página que leio e juro, vale cada página lida! 

Beijos ❤️

(Eu to pensando depois em fazer uma super resenha da série inteira com alguns spoiler que não vão estragar o livro, se quiserem ler faço pra vocês 😊) 

Resenha: Divergente 

 
Título: Divergente – Uma escolha pode te transformar 

Autora: Veronica Roth 

Editora: Rocco Jovens Leitores 

Páginas: 502 

Classificação: 5 estrelas – favoritado 

Sinopse:  Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Possui filme: sim 
A história vai se passar em Chicago (como a sinopse disse, numa Chigaco futurista), onde, a sociedade resolve se dividir em 5 facções depois de uma terrível guerra que destruiu a cidade, são elas: 

Abnegação: Esquece-te de ti mesmo. Os outros serão a tua prioridade. (O altruísta) – Se você pensa que o que causou a guerra foi o egoísmo, você irá pra abnegação. 

Franqueza: Todos poderão confiar em ti. A tua sinceridade não tem limites. (A honestidade) – Se acha que o problema foi a duplicidade, você irá pra Franqueza. 

Amizade: Será uma referência de compreensão e paz. (A paz) – Se você culpa a agressividade irá pra amizade. 

Erudição: A busca do conhecimento vai orientar toda a tua vida. (A inteligência) – Se você acredita que foi a ignorância irá para a erudição. 

Audácia: protegerás a cidade dos inimigos,  incansavelmente e sem medo. (A coragem) – se você culpa a covardia, irá pra audácia. 

As facções foram criadas com a intenção de evitar uma nova guerra, neutralizar as fraquezas da natureza humana, como eles dizem, para que se possa cultivar a “sociedade perfeita”. 
Todos os jovens aos 16 anos passam pelo teste de aptidão, uma certa simulação dirá para qual facção você mais tem a ver, ou seja, precisa ir, mas ninguém é obrigado a ir para a que realmente sai no resultado, eles são livres para escolherem a facção que querem. E Beatrice, fará seu teste de aptidão e terá a difícil escolha de decidir para onde vai. Ela é da Abnegação e mora com os pais e o irmão, mas, não quer deixá-los sozinhos, pois tem um certo medo de precisar ir pra outra facção, e eles se sentirem traídos (como a maioria dos pais se sentem), porém, o resultado do teste de aptidão de Beatrice, foi inconclusivo. Para entenderem melhor, o resultado foi: Abnegação, erudição e audácia. 

Beatrice, é uma divergente, mas ninguém pode saber disso, pois, divergentes tem coisas em especial, uma coisa dessas é que eles não podem ser controlados por nenhuma simulação, conseguem saber que elas não são realidades e acabar com elas mais cedo do que o possível. É como se divergentes fossem caçados, pois tem algo em especial, e ela ser uma divergente é uma coisa muito difícil. (Sem dar spoiler, divergentes são aqueles que amaçam os planos de uma sociedade arquitetada, pois não seguem os padrões e não podem ser controlados, não pertencem e não se encaixam em somente uma facção, assim, carregam mais de uma característica em si.) 

Ela escolhe então a facção que sempre adimirou: a Audácia. Lá ela conhece Quatro (que ao longo do livro se descobre o nome verdadeiro dele e o porquê do nome Quatro) que é um de seus instrutores, e, dali em diante, precisa mostrar para eles que realmente é da audácia. 

Durante o tempo que fica dentro da audácia, uma das facções está planejando uma certa coisa (tenho vontade de contar mais não posso porque vai ser um baita spoiler), e tudo irá piorar. 

Já ouvi gente deixando de ler porque falam que é igual Jogos Vorazes, mas se você pensa isso, pode parar de bobagem e ir ler, porque eu não achei nada parecido com Jogos Vorazes, e preferi Divergente do que Jogos Vorazes. 

Apesar de ter 502 páginas, a leitura é rápida,a letra não é pequena, e o livro não tem aquele formato grande, então, dá pra ler muito rápido (eu li em 3 dias, e só não li mais rápido porque estava em época de prova. E isso também explica o porquê a falta de posts essa semana). 

Logo depois que li o livro fui ver o filme e me arrependi, muitas pessoas estavam falando que Insurgente não era fiel ao livro, e agora que não fiquei com a mínima vontade de ver Insurgente, porque nunca ouvi ninguém falando que Divergente não era fiel ao livro então, Insurgente deve ser muito pior. Se você viu o filme e não quis ler o livro porque achou que seria ruim leia o livro, e, se você viu o filme e achou bom e não leu o livro porque achou que seria a mesma coisa, vai ler! Muita coisa no filme mudou, muita mesmo, eu tive até um certo ponto de não querer mais ver o filme por causa da raiva que estava de muita coisa que mudou. Esta sendo muito difícil esses dias achar um filme que realmente goste, que seja realmente fiel ao livro. 

Não recomendo o filme, pois MUITA coisa que deveria aparecer lá não apareceu, mas indico DEMAIS o livro. Juro que eu ficava vendo e filme e falando: não é isso porra, que merda, não quero mais assistir essa porcaria! Hahaha (sim, estresso demais). 

Não vou dizer muito bem que a série é uma trilogia, mas a maioria só conhece a trilogia, porém, contém 5 livros: 

  • Divergente (2012) 
  • Insurgente (2013) 
  • Convergente (2013)  
  • Quatro (2014) 
  • Divergente guia da iniciação (2014) 

Eu comecei a ler Insurgente um dia desses e estou gostando bastante! Por fim, recomendo muito Divergente, você se diverte com os personagens, tem muitas surpresas, e eu achei ótimo ❤️

Vocês já leram ? O que acharam ? Se tiverem alguma dúvida sobre o livro é só deixar nos comentário que respondo :). Beijos ❤️

Book haul e recebidos do mês de maio 

 
Oii! Bom, eu nunca fui de comprar muitos livros, até porque nunca tenho tanto dinheiro, mas, agora resolvi fazer um book haul, para vocês saberem e deixarem nos comentários qual resenha querem primeiro! 

Pra começar, eu comprei 5 livros e 1 livro minha amiga me deu (que já está bem velho, e um pouco amassado, mas eu não rejeito nada kkkk), então, vamos lá! (Se vocês não souberem muito bem a história, vou deixar a sinopse em baixo da foto de todos os livros)! 

   

Divergente – Uma escolha pode te transformar – Veronica Roth 

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

 
Cidades de papel – John Green 

 Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. 

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

 
A menina que roubava livros – Markus Zusak 

 A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família. 
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto, e raro, de crítica e público.

  
Perdida – Carina Rissi 

Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam.
Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa ¿ ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. 
Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos… Perdida é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página. 

 
Cidade dos ossos – Cassandra Clare 

 Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria. 

  
Amy e o clube dos 27 – Brian Jones, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Kurt Cobain – Howard Sounes 

 Ser um astro da música e ter 27 anos é quase que uma maldição? Fãs de Amy Winehouse e do exército de estrelas da música que encontraram um fim muito breve vão se encantar com este livro. Quando Kurt Cobain morreu, um repórter bateu na porta de sua mãe, Wendy O’Connor, que disse com pesar: “Agora ele foi embora, entrou para esse clube idiota. Eu disse para ele não fazer isso”. O malfadado clube é o de grandes artistas que morreram no auge do sucesso, aos 27 anos de idade.

O fato de seis grandes astros – Amy, Kurt, Brian Johnson (Rolling Stones), Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrisson, juntamente a outros 44 nomes menos conhecidos terem morrido aos 27 anos pode ser somente uma coincidência. Mas por trás disso, Sounes revela suas trajetórias, que explicam como esses artistas encontraram o fatídico destino e lança uma nova luz sobre a morte de Amy, em particular.
O menos cuidado infelizmente é o Perdida, que eu ganhei da minha amiga, mas esse livro é muito bom! 

Esse mês não comprei tantos livros, porque troquei de celular, mas, esse mês e mês que vem irei tentar acabar com todos os não lidos que estão na minha estante para ler livros novos (de preferência todos que estão na minha whislist) nas férias. Que o senhor me ajude, amém, hahahaha. 

Quais livros vocês querem resenha ? Espero que tenha gostado e deixem nos comentários o que posso melhorar para o próximo post, aliás, esse é o meu primeiro post assim! 

Beijos e até o próximo ❤️