Série The 100 – Primeira temporada 

  
A série The 100 se passa 97 anos após uma guerra nuclear devastadora que acabou com praticamente a vida inteira na Terra. Os sobreviventes (pelo o menos os únicos que eles sabem), são as pessoas de doze estações espaciais que se uniram para formar uma só, (são as estações espaciais que antes representavam as nações do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Brasil, Canadá, China, Japão, Índia, Rússia, Venezuela, França e Uganda) e se chamam Arca, onde atualmente vivem cerca de 2,400 pessoas. Elas vivem sobre a liderança de Chanceler Jaha. 

Todas que as pessoas que cometem crimes na Arca, são eliminadas, ou seja, mandadas para o espaço, e morrendo logo em seguida, que ficam sem ar. Porém, os menores de 18 anos não são eliminados. 

  
Depois de três gerações o ar na Arca está acabando, então, 100 prisioneiros menores de idade são mandados para a Terra, para saber se pode se viver lá. O objetivo disso, é de que as pessoas mantenham contato com eles, se a Terra poder ser habitada novamente para que eles possam ir morar na Terra. 

A ação/suspense já começa com eles chegando na Terra e caindo um pouco distante da montanha que tinham que estar, onde eles teriam comida e água. Eles também acabam descobrindo que nem toda a vida na Terra acabou, e que várias pessoas sobreviveram, que acabaram se separando em grupos, matando pessoas para sobreviver, e fazendo coisas que eu tive vontade de aprender a fazer (se eu falar pode escapar algum spoiler.) A coisa fica melhor (ou pior, melhor porque a história aumenta e vai ficando melhor kkkkk) quando durante a aterrisagem eles perdem o contato com a Arca, deixando eles sem notícias se na Terra existe vida. 

Os atores principais são:

 . Eliza Taylor – Clarke Griffin 

 . Paige Turco – Abby Griffin 

 . Bobby Morley – Bellamy Blake 

 . Marie Avgeropoulos – Octavia Blake 

 . Devon Bostick – Jasper Jordan 

 . Thomas McDonell – Finn Collins 

 . Lindsey Morgan – Raven Reyes 

 . Christopher Larkin – Monty Green 

 . Isaiah Washington – Chanceler Jaha 

 . Henry Ian Cusick – Marcus Kane 

 . Ricky Whittle – Lincoln
A primeira temporada tem 13 episódios que duram mais ou menos 42 minutos cada. A série foi inspirada no livro The 100 (que tem continuação – Dia 22). 

  
Eu achei a trilha sonora da série incrível, acho que por ela também ter sido criada no ano passado, isso ajuda um pouco a ter músicas mais atuais (Gente, nos primeiros episódios começou a tocar Imagine Dragons, eu quase surtei, tipo: MEU DEUS EU AMO ESSA MÚSICA!). Achei a trilha sonora ótima mesmo, até hoje morro de paixões por ela (depois irei fazer um post com as musicas se vocês quiserem). 

A gravação também é ótima! 

Aaah, uma coisa que lembrei, os maquiadores dessa série também estão de parabéns! Tem algumas cenas que a maquiagem deles estão ótimas (artificial) e como eu amo maquiagens assim, sou meio suspeita pra falar, haha. 

 
Na minha opinião, a série é ÓTIMA! Achei ela muito boa mesmo! Você já assistiu ela ? O que achou ? O último episódio dessa temporada, foi tipo, MUITO destruidor, sério!!! 

  

Resenha: Não se apega, não – Isabela Freitas 

 

*foto minha 

Título: Não se apega, não. 

Autora: Isabela Freitas 

Editora: Editora Intrínseca 

Páginas: 254

Capa: 5 estrelas 

Classificação: 5 estrelas 

Oiii! Caramba, durante todo esse tempo sem aparecer aqui fiquei morrendo de saudades de escrever, sério! Agora pretendo voltar, mas sem jurar dias de posts, quero postar sempre que possível mais somente quando eu estiver bem, sabe? 

Eu acho que eu li o livro no momento certo, principalmente pelas coisas que estou passando ultimamente. O livro vai contar a história da Isabela, (sim, a Isabela autora do livro, e gostei bastante disso, porque você acaba ficando mais próximo da autora) no livro ela acabou de terminar seu namoro, e entre várias histórias tristes, engraçadas e desastrosas, ela vai contando tudo e também dá algumas lições de vida que ela já aprendeu. O livro é curto e da pra ler em um dia, o que é bom, porque dependendo do que você ler, em certo momento, você vai levar algumas coisas de ensinamento. 

À medida que eu ia lendo o livro, ia me comunicando com a personagem, não sei se é só mania isso, mais sempre que alguma personagem toma uma decisão eu fico pensando tipo: “Como assim você fez isso ?”, ou “Até que enfim fez alguma coisa que presta aqui né!?” E nesse livro não foi diferente, tinha horas em que eu queria chegar nela e dar um soco no meio da cara dela, em outras já queria abraçar ela com toda a força que eu tinha e falar que eu amava ela demais. E as vezes até me surpreendia por pensar o mesmo que ela, ou ter uma atitude igual a dela. 

Não se apega, não, foi um livro que me fez pensar bastante sobre algumas atitudes que tomei e que estou prestes a tomar. Às vezes a gente se dedica demais por alguma coisa que no fim, a gente sabe que não vai dar certo, que não vai levar em nada, mais a gente continua se dedicando, pois a gente sonha que aquilo dê certo, e que você seja feliz, mas poucas vezes isso acontece.

Eu gostei bastante do livro e das histórias que se passam nele, de como ela às vezes resolvia as coisas, de como ela se importava com pequenos detalhes… 

 Sobre a autora

  
A Isa (ou Isabela, como preferirem), tem 24 anos, nasceu no dia 8 de dezembro (de 1990). É brasileira. É viciada em livros, músicas, séries e pessoas. Tem quatro gatos e uma cachorrinha (todos de rua). Ela mora em Juiz de Fora, em Minas Gerais. 

Ela já tem dois livros publicados, o Não se apega, não, e o Não se iluda, não, que ela lançou esse ano. 

Um pequeno desabafo 

  
O problema é que ultimamente, estou sem computador, meu notebook estragou, eu então consertei e ele estragou de novo, ficaria muito caro pra concertar e as vezes nem adiantaria, então, meu avô vendeu o computador dele pra mim, depois de muito tempo usando ele, ele estragou, e também não iria adiantar mandar concertar. O caso é que estou sem computador a MUITO tempo, muito tempo pra mim, que preciso dele para fazer as coisas. Eu não gosto muito de fazer as coisas pelo celular, não estou contente com o layout, que tipo de blog não tem falando nada sobre a autora ? Mas o problema é que logo que troquei de plataforma, iria colocar tudo direito no blog, e ai, o computador estragou. Muitos posts bons que queria fazer não estou conseguindo por muitos fatores, que quem tem blog sabe. Isso de não ter computador está me desanimando um pouco, nem eu gosto muito do layout, estou incomodada pelas coisas que faltam. 

O que vocês podem fazer ? Nada, mas apenas quero deixar claro que não estou cansada do blog e que não vou largar ele, estou cansada das coisas que não consigo fazer, e com isso, vem a raiva de eu achar que está tudo ruim. Eu estou tentando melhorar, e espero conseguir um computador até o final do ano. Não quero insistir muito porque troquei de celular não faz muito tempo, e ele não foi barato, e com as contas que ainda tem que pagar, prefiro juntar mais dinheiro e comprar algum bom, mas até lá, sei que vou perder a chance de fazer muitos posts bons e de melhorar o blog. 

Pesso mil desculpas por isso, pois eu estou triste, mas vou tentar mesmo, de verdade, melhorar. E eu espero que vocês entendam. 

Beijos 

Coisas que aprendi com Friends 

  
Foi Friends que me ensinou muitas coisas, somente com essas 10 temporadas. Foram eles que me ensinaram que todas as coisas desastrosas da vida, podem ser engraçadas se olhadas por outros olhos, que tudo se ajeita, e que quem você ama vai ficar com você pra sempre, não importa o que aconteça. 
Foi o Joey que me ensinou que comida, de forma alguma, se divide, mas que as vezes, comer a comida da outra pessoa não faz mal. Ele que me ensinou algumas táticas de atores, principalmente a de quando se esquece a fala. Foi ele que me ensinou a tática infalível de flertar (How you doin’ ). Ele me ensinou a falar francês (blee bloo blah bay). Ele que ensinou a solução do problema da geladeira, e se a sua quebrar e você ter que perder todas as comidas ? Esta louca ? Se a sua geladeira estragar, você tem que comer tudo o que tem dentro dela, TUDO mesmo. Me ensinou que colocar plástico bolha em volta da cabeça e pedir para as pessoas bateram na tua cabeça é uma ótima brincadeira. Ele que me ajudou a tomar um galão de leite em 10 segundos, não importa se pouco leite ir para a sua boca, o bom mesmo é tomar um banho de leite. Nunca julgue um livro pela cara, ou melhor, um cachorro pelo rosto. É por ele que até hoje procuro meu gêmeo de mão, porque todos tem um gêmeo de mão. Ele que me deixou curiosa querendo colocar a cabeça dentro de um peru, mas ao mesmo tempo me mostrou para não fazer isso. Ele também me fez ver que se tiver uma oportunidade de comercial de batom japonês, eu não posso participar. Ele também me mostrou que se interessar pela pessoa que seu amigo ama, não acaba bem. Ele me mostrou que um cochilo no colo do melhor amigo é o melhor cochilo que uma pessoa pode ter. Ele me ensinou a ir atrás dos meus sonhos, não importa as dificuldades que apareçam. Ele que me ensinou com seus momentos de lerdeza, que todos são lerdos. Que se você estiver vendendo uma estante para um estranho, em hipótese alguma, faça ele duvidar que você caiba dentro dela, a menos que queira que tudo seja roubado. Que se a pessoa não gosta de você, a opinião dela não passa de ‘mu’. Foi ele que me mostrou que se um dia aparecer pornô de graça na televisão, você nunca pode desligar ela. Ele me mostrou que a técnica do abraça, empurra funciona.
Foi o Chandler que me ensinou a fazer piadas, mas também me mostrou que piadas todas as horas nem sempre são boas. Ele que me mostrou que quando a pessoa que você ama, sonha com alguma coisa, o seu sonho também pode ser isso. Foi ele que me ensinou a dançar como se ninguém estivesse olhando, mesmo que alguém estivesse olhando. Não se gabe porque você tem o maior pedaço de chescake, antes que ele caia no chão e você tenha que dividir ele todo. Ele me ensinou que a melhor forma de dar um tempo depois de pular na cama, é brincar com seu amigo, batendo no rosto dele coberto de plástico bolha. Se você for viajar com sua mulher, não der certo, e você quer pegar o dinheiro do quarto de volta, vá com seu amigo e pegue tudo do hotel possível e leve na mala. Foi ele que me ensinou que a desculpa para ir dar uns pegas na pessoa que você ama escondido, é falar que vai à lavanderia. Foi o Chandler que me mostrou que fumar as vezes não faz mal, mas que também faz mal pra saúde. Que você não deve ter vergonha de nada, nem se seu pai for um drag queen que traiu a mãe com outro homem. Ele que me mostrou que paredes de hotéis são super finas. Ele que me mostrou como não sorrir para fotos. 
Foi o Ross que me ensinou a tomar muito cuidado e não falar o nome errado no altar. Ele que me ensinou a não deixar o gel branqueador por muito tempo nos dentes. Ele que me ensinou a ficar sempre alerta com a técnica do Unagi, e que Unagi não é um prato de comida japonesa. Ele que me ensinou a jamais misturar creme hidratante e talco, e, só usar calça de couro poucas vezes. Ele me ensinou que passar um sofá pelas escadas não é uma boa ideia. Ele me ensinou a ter mais cuidado na hora de roubar hidratantes e shampoos dos hotéis, e guarda tudo em sacos plásticos bem fechados. Ele me ensinou a nunca contar Mississipi em uma cabine de bronzeamento, mas também me ensinou a contar Mississipi. Ele me ensinou a nunca jogar o seu sanduíche fora, ou coisas ruins poderiam acontecer. Me ensinou a nunca usar a desculpa “Nós estávamos dando um tempo” para um namoro. Me ensinou a tomar o maior cuidado do mundo quando for me casar, para não falar o nome da pessoa errada. Me ensinou a nunca deixar um macaco perto do controle remoto da TV. Me ensinou a sempre me certificar de que eu estou sozinha antes de fazer algo embaraçoso. Me mostrou que não sou apenas eu que falo que estou bem mais por dentro estou me matando, e me mostrou que as vezes a gente deixa transparecer um pouco. Me mostrou para de forma alguma ficar bêbado com a ex em Las Vegas. Ele que me ensinou que camisinha só funciona 97% das vezes. 
Foi a Phoebe que fez “Smelly Cat” virar uma das minhas músicas preferidas. Foi ela que me fez perceber que roubar uma criança com um cabo de aço pode dar certo. Que o amor verdadeiro vem na hora que a gente mais precisa, e em momentos inesperados eles podem fazer as três palavras que mudaram a sua vida. Que pessoas da rua, são simples, mas as vezes tem um coração melhor do que qualquer outra pessoa. Que cada pessoa tem a sua ‘lagosta’ e que um dia todas irão encontrá-las. Foi a Phoebe que me ensinou a não me deixar afetar pelo o que as pessoas dizem ou acham. Foi ela que me fez acreditar que depois que sua mãe morre, ela pode voltar no corpo de um gato. Ela que me ensinou que ajudar as pessoas não custa nada, às vezes somente a dor de ter que abandonar certas coisas. Ela me mostrou que ser vegetariana as vezes pode ter um problema. Foi a Phoebe que me ensinou a nunca namorar uma pessoa que não usa roupas íntimas, pois isso as vezes pode ser ruim. Foi ela que me ensinou que se eu achar um distintivo policial, devo usar, até na frente do dono. Foi ela que me ensinou a tocar violão sem tocar nele.

Foi a Monica que me ensinou que limpeza as vezes é bom. Que gastar dinheiro com casamento é importante. Que ter filhos pode ser uma das melhores sensações do mundo. Que um pouco de loucura não faz mal. Foi ela que me ensinou a fazer, ou a não fazer um discurso para o aniversário de casamentos dos pais. Foi ela que ensinou, que em hipótese alguma, eu devo apostar o meu apartamento em um jogo de “quem conhece quem”. Ela me ensinou que o mundo real era uma droga, mas que eu iria amar ele. Ela que explicou, que existem 7 zonas básicas erógenas, e que você pode (deve) começar por 1, 2, 3, 1 e 2 e 3, 5, 4, 3, 2, 2, 6, 4, 2, 2, 4 e 7, 5, 7, 6, 7, 7…7…7…7…777777 SETE!!! Ela que me ensinou que se você for atacado por uma água viva, você deve fazer xixi nela, ou pedir para alguém fazer por você. Foi ela que me ensinou que um vestido de noiva pode resolver qualquer problema. Ela me mostrou que emagrecer é sim possível, não importa o quanto você era gordinha. Foi ela que me mostrou que qualquer cabelo fica enorme com umidade. Foi ela que me mostrou que comer cera pra depilar enquanto Ross e a Rachel brigam é a melhor forma de não morrer de fome (literalmente). Me mostrou que a veia da sua testa pode sair do seu rosto quando você estiver com raiva. 

Foi a Rachel que me ensinou a correr atrás dos meus sonhos. Ela me ensinou a não fazer bullying com ninguém, porque depois, ela pode voltar para a sua vida parecida com o Brad Pitt. Ela que se você não tem útero, também não tem opinião (Sem útero, sem opinião). Ela me ensinou que você deve fazer o que quer, e não deve fazer nada que não a deixe feliz. Ela me mostrou que mesmo que um avião não tenha falanges, se todos estão saindo por causa disso, você também deve sair. Foi ela que me ensinou a não escrever coisas inapropriadas nos relatórios do seu assistente, principalmente se você estiver tendo um caso com ele. Que cantar e dançar musicas indecentes na frente da filha pequena não tem problema. Que espiar o cara pelado do prédio da frente é bom. Ela que me ensinou que o amor verdadeiro sempre prevalece. Foi ela que me ensinou que se você não está feliz com quem vai casar, não ama a pessoa, você pode fugir no casamento. Foi ela que me fez de certa forma amadurecer. Me mostrou que um gato feio pode ser caro, e que na hora que eu ver, posso achar bonito e pagar caro. Me mostrou que colocar colírio no olho pode ser horrível…. 
Friends me ensinou muito. Mais me ensinou principalmente, que amigos verdadeiros são para sempre. 

Monica, Chandler, Ross, Rachel, Joey e Phoebe, fazem parte de minha vida, e sempre irão fazer. Por terem me alegrado, me ensinado, me ajudado… 

Eu amo eles. ❤️

  

30 looks para ir ao Festival Happy Holi 

   

O festival Happy Holi, ou também conhecido como festival das cores, pra quem não conhece, é o maior festival de cores e músicas do mundo. Ele é incialmente feito na Índia, todos os anos entre fevereiro e março, que comemora a chegada da Primavera. O festival é como uma paleta de cores humana, de tempo em tempo, as pessoas lançam ZIM (pó colorido) ao ar, e rola muita música eletrônica. Há aqueles que digam que acham que só ficar ouvindo música quase o dia inteiro e se sujando é bobagem, mas acredito que o clima de lá, compensa qualquer sujeira. 

  

Se você quiser ver vídeos dos festivais pelo Brasil clique aqui. E se você quiser saber mais sobre o festival clique aqui

Como você fica muito sujo no festival, eles falam para você ir de blusa branca (não é obrigatório), pois assim as cores podem se sobressair e fica mais bonito. 

Muita gente pergunta se a cor sai da roupa, a resposta do próprio evento é:

“Sim, geralmente as cores desaparecem facilmente com lavagens. No entanto sugerimos roupas usadas. A organização não se responsabiliza por qualquer dano permanente”. No final, vá com uma coisa que mostre a sua identidade, que você ache que fique bonito. 

Vamos aos looks então. 

   
    
    
    
    
 
Dicas 

Como o festival dura quase o dia inteiro, é bom levar um óculos, e é bom também, pois o ZIM pode entrar em contato com o olho e pode irritar certas pessoas. Acho que não é um festival para encher a cara de maquiagem, até porque você vai suar demais, então a minha dica é menos maquiagem e mais protetor solar. Como o look é simples, é legal colocar alguns acessórios para dar um up, e, quem não gosta de acessórios pode também customizar a blusa, ou qualquer peça que esteja usando. Nos pés use um sapato confortável, um tênis, um coturno, nada de sapatos que podem machucar com o tempo e que a deixem desconfortável. 


Essas foram minhas inspirações, espero que tenham gostado, beijos ❤️

PS.: Me desculpem todo esse tempo sem post mais não sei se vocês sabem, porém meu computador estragou já tem um tempo, e tenho que fazer todos os posts pelo celular e isso acaba tirando muitas ideias de posts minhas. Eu também tive muita coisa para fazer essa semana por isso o blog não teve post, mas espero que entendam. 


Resenha: Anexos – Rainbow Rowell 

  
Título: Anexos 

Autora: Rainbow Rowell 

Editora: Novo século 

Páginas: 368 

Capa: 4 estrelas 

Classificação: 4 estrelas

Anexos é o primeiro romance publicado da Rainbow Rowell, que tem mais sucessos com “Eleanor & Park” e “Fangirl”. 

O livro vai contar a história da Beth, da Jhennifer (sua melhor amiga) e do Lincoln. 

Beth e Jhennifer são melhores amigas e são jornalistas, Beth escreve resenha de filmes. Lincoln trabalha no mesmo lugar que elas, porém em um setor muito diferente, ele concerta computadores e lê os e-mails das pessoas para saber se elas estão fazendo algumas coisas a não ser trabalhar (como conversar sobre coisas que não tem a ver com o trabalho com amigos). Esses e-mails aparecem para ele através de uma “fita vermelha”, certa vez que você fala alguma palavra que esta marcada lá, dependendo sobre o que você fala, você leva uma advertência. Porém Beth e Jhennifer falam muitas coisas que não podem, principalmente coisas pessoais, mas Lincoln não manda nenhuma advertência. Porque ? Porque ele começa a se apaixonar por Beth. Beth namora um guitarrista de uma banda de rock, e depois de um tempo passa a achar Lincoln bonito e fofo mesmo sem nunca ter falado com ele. 

O livro é legalzinho, legalzinho porque: 

  • Achei o Lincoln sem atitude nenhuma. 
  • Achei que as coisas demoraram muito para acontecer (só acontecem lá pelos últimos 3 capítulos) 
  • Quando a gente sabe a história do livro a gente sabe que eles vão acabar juntos e isso as vezes estraga o final do livro. 
  • A história acabou no meio do nada 
  • Por ser o primeiro livro dela é legalzinho. 

Disse depois que li Eleanor & Park (fiz resenha dele no blog da Manu que você pode ver clicando aqui) que queria dar uma chance pra Rainbow e ainda quero, pois os livros são bons, mas pra mim ela sempre estraga algo, ele não é um livro muito bom que recomendaria pra todo mundo, pois poderia ser melhor. 

Acho que não preciso falar tanto, pois só pela resenha do livro, da pra saber que eles vão ficar juntos no final, e isso não é nada chocante, porque a resenha quase fala né ? Haha.